Esse mundo meu…

•25, Janeiro 2009 • Deixe um comentário

O mundo realmente dá muitas voltas… aprendemos, desaprendemos… vivemos…
Pessoas vem, vão, voltam… aquelas que realmente nos importa na verdade nunca foram, só nos distanciamos por um curto período de tempo, cada um aprende algo novo, uma lição, uma dor, um amor. E ai, quando menos esperamos, estamos novamente trocando momentos de felicidade ou não, dividindo todo esse aprendizado, e o melhor, compartilhando nossa vida agora.
O melhor da amizade é isso. Não importa o tempo que passou, os amores, as dores, os porques, as perdas. Importa saber compartilhar, saber ouvir, falar. Uma forma de amor, esse que nos alimenta, que nos fazem nós.
E agora é contar dias, pra uma viagem, pra uma visita, pra um cinema. É não se importar com os cães, não se importar com os outros, é conhecer o companheiro e admitir que são parecidos, é brigar quando necessário.  Sem medo, sem ofensa, sem mentira, sem “meias” palavras. É o dito, o fato, o vivido.
Só sei que adoro essas voltas malucas que o mundo deu e continua dando. Mas sei que vou segurar com mais força a mão dessas pessoas pra elas perceberem o quanto são importantes pra mim.

As aventuras… ã?

•15, Janeiro 2009 • Deixe um comentário

Resolvi me “aventurar” e fazer algo que sempre quis. Escrever além daqui. Dedico aqui pra coisas mais minhas, meus sentimentos, pensamentos e etc… se alguém realmente lê tudo isso aqui vai perceber… tem horas que escrevos umas coisas que não fazem sentido algum comigo.
Anyway, vamos ver o que sai né?
Tá ai: http://marceladreams.wordpress.com

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Estou hiper estressada e chorona. Motivo? Sei não… a loucura deve ter se apoderado de vez do meu ser mesmo… estamos no dia 15 de janeiro e parece que eu to nesse ritmo há 2 anos… férias? O que é isso? Sei que trabalhei em casa e etc etc etc…
Ah, foda-se. Isso que aprendi a falar na cabeça sabe?
Só quero fim de semana bem gostoso, na praia, na casa, no chão… em qualquer canto serve.
That’s all !
Hoje o que é de mim não é bom nem escrever.

Ah e vale deixar um obrigada, mesmo nem vendo, mas muito obrigada mesmo assim.

Recado e ano novo…

•8, Janeiro 2009 • Deixe um comentário

Sei que muitos não gostam de mim. Sou chata sim, nem sempre simpática, odeio ser falsa, e por ai vai. Mas vem cá, precisa disso mesmo? Vamos ficar voltando ao passado, falando de bons momentos pra lembrar? Ah querido. Acho melhor não tocar muito no assunto certo? Caso queira continuar nisso, terei que relembrar coisas que talvez não devo. Traições, mentiras, paixões de longo tempo.
Demorei sim pra saber deixar o passado realmente no passado, mas no seu caso, parece um sério problema.
Quanto mais velho vai ficando mais criança volta a ser?
Presta atenção na sua idade e nas suas atitudes. Aos poucos quem está próximo começa a ver quem realmente você é.
Pena, é isso. E um aviso, ele não vai voltar pra ela, aquilo já deu o que tinha que dar.
Agora, infelizmente, por atitudes infantis e puro preconceito, momentos com ele, você realmente só vai lembrar. E lembre muito bem desses bons momentos, porque acho que se prestar atenção na sua vida, vai ver a verdade, e ai, talvez, doa demais.
Vamos deixar pra lá tudo isso. Capaz que outros comecem aparecer… se é que me entende!

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Desabafo de lado. Ano novo. Feliz 2009 a todos. Eu só consigo desejar sinceramente uma coisa: mais amor na vida de todos.
Novos projetos, novos sonhos, nova vida, novo amor de sempre.
Passei a virada com duas pessoas extremamente importantes pra mim, e isso não poderia ter sido melhor. Que 2009 tenha a felicidade que senti no primeiro dia do ano.
E pra fechar o post, fotos.
dois
Fred e Molly em casa.

godeda
1/1/2009 – Meu primeiro dia do ano.

XX

•18, Novembro 2008 • Deixe um comentário

Um passo a frente, e ao lado está você. A falta aqui se faz, um tudo e no vazio a esperança. Crescente como som, a certeza do talvez.
O caminho a seguir não é fácil então. Poderei eu vencer? Conseguirei um dia ver que tudo atrasa se assim permanecer? Tenho medo que não. Mas, tento? Incerteza, certeza. Estranho olhar aqui e aos poucos me conhecer. Isso já deveria ter sido há muito.
Aquela frase de nunca é tarde demais pode ser verdadeira? Posso te falar abertamente sobre mim sem medo de te perder? Como falar se nem mesmo eu tenho coragem de ouvir? Por que desta forma sou? Como pude não me atentar aos avisos por muitas vezes escritos em letras garrafais vermelhas que ignorei, preferi ler as letras que estavam em um tom mais claro. Como voltar atrás? Como deixar aqui esse vazio que nunca o foi?
Não quero mais pensar nisso. Não quero mais esse medo.

I finished crying in the instant that you left.

•2, Novembro 2008 • Deixe um comentário

“Há tanto e nada a dizer neste mesmo momento. Há cheiros que não vão embora, e lágrimas que parecem de ontem quando eu vi você sair. Quantas lembranças perdidas, risadas que ficaram dentro, e medos que foram para fora. Nada volta, nada faria com que pudéssemos talvez tentar. Ficou aqui, como se não quisesse ir embora. E agora minha vida a minha frente, e sua ai, estamos distantes de nós. Como podemos? Como fizemos? Foi-se pra sempre? Te disse antes, e volto a dizer. Eu acredito em algo muito maior que nossas decisões, e se for, pra em algum momento dessas nossas escolhas eu voltar a te ver, será para que possamos tentar ao menos. Que não seja em vão, que seja algo nosso, que seja único, assim como sempre foi, esse nosso amor, essa nossa vida que escolhemos por ficar em nossos sonhos, distantes, vazios. Não vou procurar. Vou ficar e continuar nessa escolha segura, sábida talvez. Melhor assim. Mas anseio um sorriso seu, um abraço, e o fim dessa saudade que fica aqui e já me disse, que não vai embora. If we…”

“A minha vida mais verdadeira é irreconhecível, extremamente interior e não tem uma só palavra que a signifique.”

•19, Outubro 2008 • Deixe um comentário

Há uma semana atrás fomos em um aniversário, que era um sarau. Deu até medo na verdade de saber o que lá isso significava, mas, ‘vambora’. Uma roda, pessoas que nao se conhecem, risadas, e a forma de ali se expressar da forma que lhe convier. Música, poemas, e por ai vai.
Claro, eu até fiquei com vontade de falar ali, tudo aquilo que no meu coração estava. Mas, de tanto pensar como eu faria, acabei por não fazer. E desde então fiquei pensando nisso. Em qual a melhor maneira de mostrar o que só eu sinto. Parecia meio óbvio, mas, quem sabe né, talvez tivesse algum outro. São dois. Um que eu consigo fazer, e outro que eu só consigo sentir.
Escrever pra mim sempre pareceu tranquilo, apesar de eu ser menina de “exatas”. Era gostoso colocar em algum lugar aquilo que tava aqui dentro. Desde muito cedo escrevia, talvez coisas que pra muitos não fizesse nenhum sentido, mas pra mim, aquilo era o sentido. Eu, sempre muito calada sobre essa minha vida, falar pra alguem o que eu realmente sentia, era extremamente melhor no papel. Olho no olho era algo que me segurava, e que me dava medo da reação. E quantos e quantos textos eu simplesmente escrevi, e só eu que li. Não era necessário mais alguém, mas, muitas vezes nem eu entendia o que se passava, escrever e ler, era mais fácil de esclarecer e saber o que fazer. Até hoje é assim. Quantas vezes não vim aqui, escrevi muito, e deixei como rascunho, não era tudo que eu precisava publicar, mas era tudo o que eu precisava escrever. E tá ai. Uma das coisas que eu gostaria de mostrar algum dia, para pessoas próximas, pessoas que vivem ao meu lado, que eu gosto sim de alguma coisa além de fazer contas absurdas, eu também gosto de falar de sentimento, seja ele qual for. 
E qual meu favorito? Óbvio demais talvez. Amor. Como sempre foi, é e será. Como já disse mil vezes só aqui, isso que me faz viver, me faz sorrir, chorar, me faz eu. Me traduz em sentimento, me deixa livre, me deixa feliz, em êxtase. Aquela menina que sempre sonhou, que sempre imaginou como seria tudo aquilo, hoje vê tudo isso, e sabe bem, nada é tão simples, há muitos obstáculos, dificuldades, mas, nada nem ninguém tirou daqui, o sentimento de “avec amour tout se vainc”.
Ali naquele dia, fiquei matutando o que eu poderia dizer na frente daquelas pessoas que nem sabem quem sou, de uma forma simples, e que explicasse muito. Não encontrei, aquela vontade ficou aqui na garganta. Realmente, volto ao início, escrever é muito mais fácil. Mas ai, tem a outra, que me traduz, e que ai sim, eu não tenho receio em “dizer” alto. Assim como escrever, ouvir também me traduz. A diferença é que eu nunca escrevi essas músicas, mas elas fazem tão parte de mim quanto aquilo que vem de mim. São músicas muitas vezes bobas, melosas, ou realmente sem significado pra muitos. E nesse dia do sarau, eu pelo menos cantei uma que é dessas que mexe, e que faz sentir. Em um coro bem bonito, cantamos todos “aquarela”, do Toquinho. Essa música é realmente fantástica ao modo dela. Dizendo tudo e nada ao mesmo tempo é gostoso cantar algo que é verdade na vida.
E pronto. Estão aqui as duas coisas que me fazem eu. Como gosto musical, não agrado a todos, não sou muitas vezes legal, não é toda hora que estou feliz, mas também não sempre triste. Ás vezes agitada, ás vezes calma, ás vezes empolgante ou não. Sou boas lembranças, sou rock and roll. Sou de fechar os olhos e imaginar algum lugar além do arco-íris, sou de sentir no fundo do meu coração que meu destino era você. Fui de tocar em frente e aprender que cada um carrega o dom de ser capaz e feliz. Fui de acreditar na lenda, e de saber que existe o mortal. Ouvi cramberries na virada do ano com lágrimas no rosto, ouvi na mente nossa casa pré fabricada em muitos beijos. Sou do celular da Naná e de saber como é lindo o Toca Ogan tocar. Foi numa história de fogo que me derreti mais ainda pelo amor, e foi numa tv a cabo que me lembrava das suas risadas. Descobri o primeiro amor, e o raio de sol na praia. Senti Vivaldi diferente, e Beethoven ouvindo surdo dentro do meu coração. Tive momento Beatles em Curi, e momento funk em Salvador. Até cantei o que chamaram de minha música. Com o azul, eu vi algo que era só nos sonhos. Cantei alto no carro como se fosse a festa, e na santa chuva também cheguei a chorar. No caminho das águas eu queria meu pai, e na despedida parei de pensar realmente. Quantas histórias, quantas lágrimas e sorrisos sozinhos. Apenas de ouvir, era uma dor que ás vezes voltava, e uma alegria que eu aprendi a ter. E sei que virão muitas outras em diferentes fases, em diferentes sentimentos. E espero que essas, junto com isso que tá aqui dentro, continue resultando em palavras, minhas, suas, nossas. Em siglas, em dizer e não dizer. Em sentir, em não gostar, em adorar. Em qualquer idioma, mesmo errado, em qualquer pensamento. Palavras soltas, palavras juntas, palavras que resumem tudo, e muitas que nada signifiquem.
Minha história até aqui não foi vazia. O que eu carrego, é o que me faz eu. É o que me trouxe, e que no final, como sempre, se resume a uma única coisa, o amor.

Eleições 2008

•13, Outubro 2008 • Deixe um comentário

Quem me conhece sabe bem que não discuto política. Me irrito fácil. Esse foi um dos motivos por eu ter escolhido estudar Ciências Econômicas. Mas, li hoje algo que é o que eu também estou pensando sobre as eleições deste ano. Então, coloco aqui o link. Tentei ser o mais imparcial possível. Mas, quem me conhece, também sabe que eu definitivamente não gosto do PT.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/kennedyalencar/ult511u455380.shtml

Vamos votar consciente por favor.

Marcela

3 1/2

•25, Setembro 2008 • Deixe um comentário

3 1/2 de tudo.
Amor, respeito, amizade, cumplicidade.

Sem palavras pra descrever a sensação de viver e conviver ao lado de alguém tão fantástico. E pensar que ainda é só o começo.

Amo. Amo muito, amo sempre. E é desse amor que eu tiro todas as minhas razões.

Gô, você bem sabe tudo o que eu tenho a dizer. Obrigado por tudo.

3 1/2

Mog

Eu preocupada com o valor do dólar?

•18, Setembro 2008 • Deixe um comentário

Ai socorro. Virei gente grande eu acho.
Computadores novos aqui na empresa, e tem Windows Vista, nem tudo é bom, me estresso com ele, mas tem uma barrinha lateral bem legal. Relógio, post it, calendário, temperatura e, COTAÇÃO DO DÓLAR! É… e é incrível como hoje ele foi de 1,96 e fechou em 1,892. Bom, acho que quando começamos a receber em dólar, isso muito nos interessa.
Eu to hiper mega, ultra cansada. Essa semana passou que eu nem vi, e minha casa tá de perna pro ar. Janta? Só segunda, os outros dias nem sei o que foi. Fala sério, falta muito pra dezembro chegar? Ixi… pior é que não né… mas, férias em casa, a primeira na nossa casinha e com as bolotas.
Ai delícia.
Ah. Teve o chinês essa semana, ops, taiwanês. O Liu Jui-Ching. Eu pensando em francês conversando em inglês com um chinês. Impressionante! Adorei. Quero visitar o mundo e conhecer culturas novas. Mas eu acho que ele pensou que eu fosse doidinha. Não que seja mentira, mas, a primeira visita do ching ling no Brasil e eu toda falante, toda preocupada. Ah gente, se eu fosse pra China ia gostar de alguém me falando o que comer pelo menos. Mas enfim… me diverti.

Vou me. Queria ir pra casa, mas não dá ainda. Só as 22. :(
Ai vida triste. Queria hoje casa, pizza e cachorros gordos. Hunft. Cansei já.

Fotos e imagens.

Gros bisous pour tout le monde!


Molly Molenga


Fredico e sua pata gorda


A barra hiper legal do windows.

•13, Setembro 2008 • Deixe um comentário

Nem mesmo mil palavras.
Amor é coisa louca, é coisa única.
As vezes faz doer, as vezes faz viver. 
Tem dias que faz chorar.
E eu juro, eu não entendo. Como pode fazer toda essa mudança.
Não, não mudei, não não sumiu.
Mas a saudade vem, com a força que pode ter, e lágrimas sem que eu possa conter estão no meu rosto.
Uma mistura de sentimentos, músicas, cheiros, sonhos.
Sonhos muitas vezes perdidos, há tempos que foram.
Não há vazio. Há só falta.
E a noite chegou. E ali ficou. Ficou tudo.
Acabou. E esse amor me faz sentir.
Faz sentir que uma nova fase chega. Uma fase verdadeira.
Medo? Demais.
Mas aprendi a enfrentá-lo tempos atrás.
A vida não é feita só de sonhos.
A vida é feita de vida. Pra mim, a vida é feita de amor.
E hoje estou repleta dele.
E assim, olho daqui todo meu futuro. Tudo o que ainda tem por vir.
E também olho pra trás. E deixo ali o que preciso deixar.
Vou dar a mão agora, fechar os olhos, e encarar o que me espera
E como sempre, o amor me guia, o amor me faz viver, me faz sentir. Me faz eu.
Não posso mudar o que passou. Acho que agora entendi isso.
Passou. E foi. Foi pra sempre.
Posso apenas ser agora. Ser amanhã.
Posso ser eu. Sem medo disso.
Que o amor continue sendo isso. Isso que eu nunca entendi.
Mas que ele possa me dar sempre esse conforto, essa sensação de viver.

………………..

Há coisas que as vezes não precisam ser ditas explicitamente para serem claras. Sou ser humano afinal de contas. 
Sei que posso, sei que consigo.

Afinal, sou única. Sou a Marcela.